sexta-feira, 29 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Impressões sobre o lugar (não mais) escolhido.
Lembra que eu contei que nesse feriado iríamos visitar o salão que, pelas fotos do site, era perfeito para fazer o Casamento? Pois é, eu fui e detestei.
Fomos no sábado à tarde depois de uma chuva feia. A Pousada escolhida – é, era uma Pousada na praia de Taquaras – estava cheia de folhas e vazia, não de hóspedes, mas de funcionários. Entramos na Pousada, vimos o restaurante, a piscina, a sala de jogos e ninguém veio nos atender. Até que duas moças chegaram perguntando – Que que era pra vocêis?
Congelei, olhei pro noivo, olhei pra ela, sorri e disse que queria conversar com o gerente ou o responsável – Sou eu, disse ela.
Então tá. A moça de barriga de fora e cabelo desgrugunhado (sabe como?) tava lavando roupa e atendeu a gente na garagem da Pousada - um luxo. Ela disse que não sabia informar valores de cardápio, aluguel e que caberiam apenas 60 pessoas no restaurante.
Nesses dois minutos de conversa a dona da Pousada chegou com uma garrafa de cerveja na mão, olhou pra gente e saiu. A moça da barriga de fora disse que era com ela a conversa e aí fomos atendidos – até que bem, mas ainda na garagem do lugar.
Enfim, o discurso mudou. Diz ela que não cabem 60, mas 80 pessoas no Restaurante, que ela monta uma mesa de comida bem bonita ali fora, que a disposição das cadeiras não pode ser alterada, que não há aluguel, mas os hóspedes circulam pelo lugar e que é até possível dar uma ajeitada no jardim uma semana antes do casamento (oi?).
Fiquei decepcionada. O lugar era perfeito pelas fotos, tudo novinho, limpinho, charmoso, mas olhando bem o gesso estava verde, as mesas e cadeiras velhas, o lugar bagunçado.
Agradeci a atenção e disse que daria um retorno, mas...
Não vou falar o nome da Pousada por questões éticas. Quem quiser mais informações pode perguntar. A Pousada é agradável para passar um final de semana sem preocupações ou ordem, mas para um evento...
A batalha pelo lugar ideal, que caiba no nosso bolso e seja do nosso estilo, continua...
Fomos no sábado à tarde depois de uma chuva feia. A Pousada escolhida – é, era uma Pousada na praia de Taquaras – estava cheia de folhas e vazia, não de hóspedes, mas de funcionários. Entramos na Pousada, vimos o restaurante, a piscina, a sala de jogos e ninguém veio nos atender. Até que duas moças chegaram perguntando – Que que era pra vocêis?
Congelei, olhei pro noivo, olhei pra ela, sorri e disse que queria conversar com o gerente ou o responsável – Sou eu, disse ela.
Então tá. A moça de barriga de fora e cabelo desgrugunhado (sabe como?) tava lavando roupa e atendeu a gente na garagem da Pousada - um luxo. Ela disse que não sabia informar valores de cardápio, aluguel e que caberiam apenas 60 pessoas no restaurante.
Nesses dois minutos de conversa a dona da Pousada chegou com uma garrafa de cerveja na mão, olhou pra gente e saiu. A moça da barriga de fora disse que era com ela a conversa e aí fomos atendidos – até que bem, mas ainda na garagem do lugar.
Enfim, o discurso mudou. Diz ela que não cabem 60, mas 80 pessoas no Restaurante, que ela monta uma mesa de comida bem bonita ali fora, que a disposição das cadeiras não pode ser alterada, que não há aluguel, mas os hóspedes circulam pelo lugar e que é até possível dar uma ajeitada no jardim uma semana antes do casamento (oi?).
Fiquei decepcionada. O lugar era perfeito pelas fotos, tudo novinho, limpinho, charmoso, mas olhando bem o gesso estava verde, as mesas e cadeiras velhas, o lugar bagunçado.
Agradeci a atenção e disse que daria um retorno, mas...
Não vou falar o nome da Pousada por questões éticas. Quem quiser mais informações pode perguntar. A Pousada é agradável para passar um final de semana sem preocupações ou ordem, mas para um evento...
A batalha pelo lugar ideal, que caiba no nosso bolso e seja do nosso estilo, continua...
terça-feira, 26 de abril de 2011
Doce, que doce...
Essa Páscoa foi das boas. Na última quarta-feira fui almoçar e fazer fofoquinha de casamento com minha amiga Marci e levei um cupcake de presente pra ela.
Comprei o bolinho de chocolate na Tortiatto Torteria – que eu já fiz propaganda ali embaixo – e acabei sendo contemplada com uma super caixa de Páscoa – 9 cupcakes de chocolate preto, branco e brigadeiro. Era doce que não acabava mais, só o noivo comeu 5. PENSA se ele ficou dodói, haha, tadinho.
Comprei o bolinho de chocolate na Tortiatto Torteria – que eu já fiz propaganda ali embaixo – e acabei sendo contemplada com uma super caixa de Páscoa – 9 cupcakes de chocolate preto, branco e brigadeiro. Era doce que não acabava mais, só o noivo comeu 5. PENSA se ele ficou dodói, haha, tadinho.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
a você
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Um mimo...
Amo cupcakes. Acho um bolinho lindo, além de hiper saboroso. Só de pensar naquelas mesas de aniversário ou casamento com vários cupcakes expostos já dá água na boca.
Na quarta-feira, comprei dois depois do trabalho e levei para casa. Um do sabor sensação e o outro com chocolate branco, coco e abacaxi. Fez sucesso, meus pais nunca tinham experimentado.
Comprei na Tortiatto Torteria – uma empresa perto do trabalho que faz doces para eventos. Um luxo só. Super recomendo.
E hoje fui almoçar no shopping e passei em frente à Empório Body Store. Fiquei namorando a vitrine por horas com aqueles sabonetes lindinhos em formato de cupcakes – a Empresa criou os kits para Páscoa: Cupcake Green Smooth (aroma de amora) e Cupcake Yellow Smooth (aroma de pitanga).
Na quarta-feira, comprei dois depois do trabalho e levei para casa. Um do sabor sensação e o outro com chocolate branco, coco e abacaxi. Fez sucesso, meus pais nunca tinham experimentado.
Comprei na Tortiatto Torteria – uma empresa perto do trabalho que faz doces para eventos. Um luxo só. Super recomendo.
E hoje fui almoçar no shopping e passei em frente à Empório Body Store. Fiquei namorando a vitrine por horas com aqueles sabonetes lindinhos em formato de cupcakes – a Empresa criou os kits para Páscoa: Cupcake Green Smooth (aroma de amora) e Cupcake Yellow Smooth (aroma de pitanga).
Um ótimo presente para uma amiga especial ou para oferecer como uma lembrancinha de aniversário de 15 anos – uma lembrancinha mais carinha, claro.Quanto tempo o tempo tem
Falta exatamente um ano e meio para o casamento e eu ainda não fechei nada.
Não compro revista de noiva por ser cara e ter muita publicidade. Sou adepta dos blogs – que dão dicas, mostram fotos, contam histórias e são de graça, mas mesmo assim eu tenho algumas revistas que acabei ganhando de amigas que já casaram e todas (inclusive os Blogs) te passam um roteiro de quando fechar determinados itens do Big Day.
As noivas começam a ver tudo há um ano e meio antes ou até mesmo dois! São as noivas neuróticas. Tenho amigas que vão casar em 2013 e já definiram o local da cerimônia, fotógrafo e buffet. E confesso que acho isso super normal. Quanto antes, melhor. Não digo em fechar o contrato, mas sim em pesquisar, conhecer gente, aprender sobre o assunto e aprender a lidar com os fornecedores que enfiam a faca quando você diz: “Vou casar”.
O tempo é indispensável na vida de uma noiva. Tempo para planejar, economizar, definir com toda a certeza o que se quer – já que são tantas opções – e bater o martelo. E a gente sabe que casar virou moda, por isso alguns profissionais não têm determinadas datas disponíveis, o que pode ser um problema se você faz questão desse ou daquele.
Mas mesmo assim, com tanto tempo, confesso que fico um pouco ansiosa em não ter fechado nada ainda, apesar de ter diversos orçamentos, contatos, reuniões pré - agendadas. Cerimonialista me ligando é o que não falta (vou fazer um post sobre elas) e ainda assim fico confusa, mas optei por começar a ver as coisas de casamento, efetivamente, a partir de julho – que é quando eu me formo, fico tranquila e paro de pagar os R$1.300,00 de faculdade.
Essa semana tem um evento de noivas em Curitiba, pertinho da casa do noivo e como eu não posso ir, ele vai em meu lugar. Vai ser engraçado o Paulo chegando sozinho nos stands e conversando com os fornecedores, mas ele vai para pegar os contatos de fotógrafos e empresas de convites – que os de lá não estão descartados por serem de uma cidade maior e às vezes bem mais barato.
E nesse feriado vamos ao lugar que escolhemos para fazer o casamento. Quero muito, muito, muito, que dê certo! Mas quero ver com meus próprios olhos. Quero conversar com a dona, observar o atendimento, cardápio, enfim. Estamos empolgados! O lugar – pelo site – é lindo. Perfeito para o que gostaríamos de fazer. Se tudo der certo, conto para vocês.
E assim vamos indo com tempo, ideia, amor e muita disposição...
Um beijo!
Não compro revista de noiva por ser cara e ter muita publicidade. Sou adepta dos blogs – que dão dicas, mostram fotos, contam histórias e são de graça, mas mesmo assim eu tenho algumas revistas que acabei ganhando de amigas que já casaram e todas (inclusive os Blogs) te passam um roteiro de quando fechar determinados itens do Big Day.
As noivas começam a ver tudo há um ano e meio antes ou até mesmo dois! São as noivas neuróticas. Tenho amigas que vão casar em 2013 e já definiram o local da cerimônia, fotógrafo e buffet. E confesso que acho isso super normal. Quanto antes, melhor. Não digo em fechar o contrato, mas sim em pesquisar, conhecer gente, aprender sobre o assunto e aprender a lidar com os fornecedores que enfiam a faca quando você diz: “Vou casar”.
O tempo é indispensável na vida de uma noiva. Tempo para planejar, economizar, definir com toda a certeza o que se quer – já que são tantas opções – e bater o martelo. E a gente sabe que casar virou moda, por isso alguns profissionais não têm determinadas datas disponíveis, o que pode ser um problema se você faz questão desse ou daquele.
Mas mesmo assim, com tanto tempo, confesso que fico um pouco ansiosa em não ter fechado nada ainda, apesar de ter diversos orçamentos, contatos, reuniões pré - agendadas. Cerimonialista me ligando é o que não falta (vou fazer um post sobre elas) e ainda assim fico confusa, mas optei por começar a ver as coisas de casamento, efetivamente, a partir de julho – que é quando eu me formo, fico tranquila e paro de pagar os R$1.300,00 de faculdade.
Essa semana tem um evento de noivas em Curitiba, pertinho da casa do noivo e como eu não posso ir, ele vai em meu lugar. Vai ser engraçado o Paulo chegando sozinho nos stands e conversando com os fornecedores, mas ele vai para pegar os contatos de fotógrafos e empresas de convites – que os de lá não estão descartados por serem de uma cidade maior e às vezes bem mais barato.
E nesse feriado vamos ao lugar que escolhemos para fazer o casamento. Quero muito, muito, muito, que dê certo! Mas quero ver com meus próprios olhos. Quero conversar com a dona, observar o atendimento, cardápio, enfim. Estamos empolgados! O lugar – pelo site – é lindo. Perfeito para o que gostaríamos de fazer. Se tudo der certo, conto para vocês.
E assim vamos indo com tempo, ideia, amor e muita disposição...
Um beijo!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Da série: eu quero uma casinha assim...
Se eu pudesse escolher um apartamento para morar hoje, eu moraria nesse em Curitiba, com certeza! Acho lindo, lindo, lindo. Um pouquinho de cor, mas sem exagero, com conforto e espaço – mesmo tendo apenas 80m². Guardo essas fotos há mais de um ano e quero aproveitar cada cantinho do nosso apartamento assim como essa proprietária. Minha super inspiração...
E a história do ap é essa: Em 11 anos de namoro, a vontade de morar juntos sempre rondou a vida da designer gráfica Ana Luiza Machado e de seu marido, Thiago. “Mas acabávamos preferindo ficar na casa dos pais até conseguir comprar algo nosso, em vez de gastar com aluguel”, conta ela. O apartamento foi adquirido na planta, demorou dois anos para ficar pronto, tempo que eles aproveitaram personalizando a planta e os acabamentos da futura morada. Após muitos fins de semana de pesquisas e compras, veio a satisfação de ver o resultado. “O que mais me dá prazer, além de desfrutar o espaço, é saber que todas as decisões foram em conjunto.”
E a história do ap é essa: Em 11 anos de namoro, a vontade de morar juntos sempre rondou a vida da designer gráfica Ana Luiza Machado e de seu marido, Thiago. “Mas acabávamos preferindo ficar na casa dos pais até conseguir comprar algo nosso, em vez de gastar com aluguel”, conta ela. O apartamento foi adquirido na planta, demorou dois anos para ficar pronto, tempo que eles aproveitaram personalizando a planta e os acabamentos da futura morada. Após muitos fins de semana de pesquisas e compras, veio a satisfação de ver o resultado. “O que mais me dá prazer, além de desfrutar o espaço, é saber que todas as decisões foram em conjunto.”

Ao lado do fogão, uma porta de vidro jateado esconde a lavanderia, mas deixa a luz natural entrar. Nada melhor do que “esconder” as roupas penduradas das visitas, não é?
Amo detalhes em vermelho na cozinha! Já até tenho algumas coisas compradas mesmo sem saber como a minha será – mas que vai ter vermelho, ô, se vai!Fonte: http://casa.abril.com.br
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